Livros Pelo Interior

Já houve momentos em minha vida que eu escolhia uma livro só pelo cheiro de novo e pela capa bonita… Mas acredito que essa fase já passou.

Atualmente, tenho lido mais indicações, quando me interesso por.

Acredito que, o melhor para se escolher um livro, no caso de você querer se aprofundar num assunto específico, ou até conhecer algo que é novo para você, é seguir indicações de pessoas que estão por dentro do assunto, procurar os livros segundo o nome de autores reconhecidos, ler alguns trechos antes de levar o livro, ver se o livro precisa de restauração, se está novinho e maravilhoso (com cheirinho de novo), verificar, antes, é claro, onde está disponível. Sim! Porque algumas vezes não encontramos o tal do livro em lugar nenhum….

Ler pode ser muito bom, mas muito difícil também. Muito trabalhoso, mas muito prazeroso.

Já afirmei várias coisas sobre livros que hoje, não penso mais. Mas, escolher o livro pela capa, não chega a ser um pecado. É tudo perdoável.

Mas quero saber, quero estabelecer um diálogo… E você, como faz para peneirar os livros que vai ler????

Boa segundona!

 

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O Mundo Pós-Moderno

Devo confessar que eu, ou sou uma mulher antiga, ou uma mulher a frente do meu tempo (ansiosa). Porque, definitivamente, Pós-Moderna, eu não sou. Esse negócio de Amor Líquido, Sei lá mais o quê Líquido, não é a minha.

É bem verdade que o conceito de Pós-Modernidade é muito discutido nos meios acadêmicos. Mas vamos pegar uma licença poética e considerar que realmente estamos vivendo uma Pós-Modernidade plena, ok?

O mundo Pós-Moderno vive muito da subjetividade do indivíduo, ou seja, ele deixa o homem, a mulher, viverem segundo seus desejos e só. É o que você deseja que manda no que você vai fazer, no você vai ser, em com quem você vai andar, em TUDO! E a ciência não está excluída disso.

A ciência vem desenvolvendo vários métodos, várias descobertas, que ajudam a pessoa, o ser humano a realizar seus desejos. Aí, encontram-se áreas como a genética e a estética, por exemplo. São apenas exemplos.

A Igreja Católica tem muito a dizer sobre todas as atitudes da Ciência, mas não é capaz de levar ninguém para a fogueira. É como diz o Cardeal Robert Sarah, no livro “Deus ou Nada …”:

“De fato, a Igreja se envolveu muitas vezes em um grande número de pesquisas científicas (…); sua atitude sempre foi motivada pelo bem do homem e pela melhora das condições de vida (….) A Igreja não quer absolutizar os resultados da ciência como objetos de novos dogmas. Existem pesquisas científicas que colocam graves problemas morais para o futuro do homem e de sua dignidade, ou para o respeito da vida. Os Papas, ajudados principalmente nesses últimos decênios pela Academia Pontifícia de Ciências e por numerosos católicos do mundo inteiro, trabalharam para que os governantes estabeleçam limites éticos a alguns programas de pesquisa.”(pág.239-240).

Para o Cardeal Sarah, a Igreja Católica tem o direito de dizer até onde podemos ir com isso tudo, quais são os limites da ciência, a ciência não tem o direito de “arruinar o ser (…) em nome de uma marcha infinita em direção ao progresso”. Progresso este, muito discutível. Tão, ou mais, discutível quanto a Pós-Modernidade.

 

Sede de Mais

Tenho recebido sugestões de livros para ler, justamente por conta deste blog aqui. Porém, nem todos esses livros indicados, me despertam o interesse. E é sobre isso que quero “assuntar”.

O interesse sobre um assunto é fundamental para que se debruce sobre livros, artigos, pesquisas e coisas do tipo, que abordem temas ligados ao mesmo. O interesse, a curiosidade, o despertar de uma sede de conhecimento sobre algo específico….

Às vezes, nos vemos muito interessados por livros, filmes, documentários, ou outras coisas, que, usualmente, não gostamos muito. É uma coisa pontual.

Outras vezes, queremos devorar TUDO sobre um determinado assunto. Livros, peças, artigos, ensaios, biografias… Queremos aprender TUDO num INSTANTE.

Mas ocasiões em que é possível perdermos o interesse… O entusiasmo. E nos deixamos levar pela vida, pelas marés da tristeza, deixamos tudo passar, não agimos, não nos interessamos por nada.

É certo que uma amizade desinteressada é muito melhor. Mas é bom não perder o interesse dado pelo entusiasmo, o interesse por conhecimento, por coisas novas, a vontade de viver, a sede de mais.

 

Ler

Sentir o cheiro do livro (às vezes de livro novo, às vezes de livro guardado…), folhear cada página, ler novas palavras, descobrir novos mundos, descobrir-me uma nova pessoa a cada parágrafo, conhecer o autor (uma nova pessoa), perceber os personagens ganhando vida e tomando conta de minha imaginação e das minhas conversas…

O que mais dizer sobre ler?

Ler, o que é isso pra você?

Cada livro, uma nova vida, uma nova fase, um novo momento, um novo saber. E tudo muda. Um livro pode mudar tudo.

Você pode decidir mudar toda a sua vida por conta de uma leitura. Uma simples palavra pode mudar sua vida.

Ler: uma atividade sem igual.

E mesmo o cego pode fazê-la, sabendo fazê-la (braille). Enfim, é lamentável existirem pessoas que poderiam muito bem estar alfabetizadas e não estão, atualmente. Isso é triste. Ao ler, você pode conquistar o mundo. Ao ler, você pode escrever, você pode estudar, você mudar sua vida. Por que ainda tem gente que não sabe ler ( e digo gente adulta)?

Desvios de verbas, corrupção, maus tratos dados aos professores da rede pública? Tudo isso pode ser verdade, mas…. O que mais? Sei lá….

Ler é muito bom, reorganiza o pensamento, leva à reflexões, leva a uma eleveção do pensamento. E tudo isso é tão necessário.

Espero que corrupções e desvios de verbas sejam interrompidos por boas leituras. Que a Leitura salve o Brasil do pior.

 

Feminismo

Duas coisas: já comentei sobre feminismo no meu outro blog, o “Instantes e Mininutos”; e, já disse que retornaria a comentar sobre o livro “Deus ou Nada – Entrevista sobre a Fé”, de Cardeal Robert Sarah e Nicolas Diat, da Editora Fons Sanpientiae.

Então, vamos nessa!

Estou, atualmente, antes da metade, mas quase lá, na leitura do livro já citado. Li algo interessante sobre o lugar da mulher na Igreja Católica e vou reproduzir um pequeno trecho, para os interessados no assunto. São palavras do Cardeal Sarah:

“No mundo, há sociedade matriarcais e patriarcais, cada um desempenha seu papel, em função de sua natureza. Seguindo o plano de Deus, a mulher é mãe e o homem é pai. As mulheres deveriam lutar para que não se utilize, comercialiazando-os, os seus corpos sagrados, porque o corpo é o templo de Deus e o Santuário da vida. Na Igreja as mulheres podem ter um papel muito importante, começando pelo ideal mais prestigioso, a aspiração à santidade” (págs.149-150).

O trecho do livro “Deus ou Nada…” demonstra a visão de uma religião, você concorda, ou não. Mas acho super válido no momento atual em que vivemos. Porque “feminismo” está se tornando uma maneira distorcida de se supervalorizar a sensualização do corpo da mulher e, também, a comercialização do mesmo.

Penso que um feminismo bem pensado sabe valorizar o corpo da mulher como algo sagrado e, nisso, o que Cardeal Sarah disse cai muito bem. Porque afinal, o corpo da mulher gera vida. Não vamos vender nossos corpos, mulheres, não vamos banalizar nossos corpos com egocentrismo excessivo.

Feminismo pode ser uma coisa bem diferente do que andam dizendo por aí.

 

 

Brasil Colônia

Meu interesse por assuntos ligados a religiões, principalmente à Igreja Católica, começou anteontem, mas quando vejo algo ou alguém apontando o dedo para algum religioso, culpando-o dos males do mundo, logo me estremeço.

No livro que já citei aqui no blog, “Cultura é Patrimônio – Um Guia”, de Lúcia Lippi de Oliveira, da editora FGV, a autora aborda “A Catequese dos Gentios e as Festas na Colônia”, no Brasil.

Ela demonstra a importância dos Jesuítas na formação do que temos hoje na nossa cultura.

Para a catequese dos gentios (você pode odiar isso, mas é a verdade) os Jesuítas e a arte Barroca, se apoiavam no sincretismo, nas festividades na colônia, num estilo de vida e no teatro jesuítico.

O teatro jesuítico, além de se valer de símbolos e tradições indígenas, para catequizar, deixou um espaço para a sobrevivência das culturas indígenas, africanas, em hibridação com as europeias. Daí nossa cultura miscigenada, atual, no Brasil.

Naquele tempo, as ordens religiosas e as irmandades foram os principais mecenas (patrocinadores) das artes e dos artistas. Os primeiros arquitetos e artistas vinham da Europa com suas Congregações (mais tarde, artistas leigos vieram, participantes de ordens terceiras).

A formação dos artistas dava-se em oficinas, dirigidas  por mestres de ofício (muito atual). A oficina era onde se aprendia, se produzia e se morava….

A arte da colônia portuguesa, Brasil, absorveu primeiramente o que veio da Europa e foi transplantado aqui. Copiar os grandes mestres de Portugal, Itália e França era a grande jogada. Deles se originaram as obras que na cultura Barroca expressavam o “complexo movimento da alma” (?).

Uma questão que Lúcia Lippi apresenta no estilo Barroco é: se a religiosidade exaltada, o misticismo, o espetáculo se referem a um tempo passado da história da cultura nas colônias portuguesas e espanholas do Novo Mundo, ou se são marca de origem que se faz presente até os dias atuais.

Folclore

A gente tá meio acostumado a dizer “Ah! Isso já virou folclore!”, quando uma coisa já começou a fazer parte de uma cultura, uma história, um costume, de hábitos de determinado grupo ou lugar. Mas nos esquecemos qual é o verdadeiro sentido de “Folclore”.

No livro “Cultura é Patrimônio – Um Guia”, de Lucia Lippi Oliveira, da editora FGV, eu encontrei diversas informações interessantes. Primeiramente, que compreende-se “Folclore”, o comportamento coletivo, tradicional, espontâneo, anônimo, racional, transmitido pela tradição oral.

O “Folclore” tomou forma com o início da República, libertação dos escravos, formação de uma burguesia e industrialização do Brasil. Daí, começaram manifestações com características supracitadas.

O negócio é que, com o correr da política, do sistema econômico, da ciência, começou a preocupação de uma cientifização do “Folclore”. Então a coleta passou a definir a ciência do “Folclore”.

Segundo Renata Ortiz (1992), o “Folclore” é comparável a uma fotografia:
“O Folclorista atua como um viajante que, por estar distante da realidade que se descortina diante de seus olhos, pode captá-la através da câmera que  registra e descreve os fragmentos das tradições populares”(1992:42)

Mário de Andrade, escritor do Movimento Modernista, criou uma nova conceituação de do que é “Folclore”, dizendo que é um processo de conhecimento.

A primeira cátedra de “Folclore” foi criada em 1939 na Escola Nascional de Música da Universidade do Brasil (atual Escola de Música da UFRJ). O “Folclore” não conseguiu, até então, entrar na área dos cientistas sociais, apesar das tentativas. O primeiro professor na Escola de Música, foi Luiz Heitor Corrêa de Azevedo.

Havia, naquele momento, uma preocupação com a identidade nacional, por parte dos folcloristas e um apoio da UNESCO. Naquela época (entre 1951 até 1963) ocorreram “folguedos”, que se davam em congressos periódicos, feitos para se discutir o “Folclore”. Ocorreu em diversas cidades, como Rio de Janeiro e Curitiba, por exemplo.

Daí, veio a fundação do Museu de Folclore Edison Carneiro, do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e da Biblioteca Amadeu Amaral (ligada ao Centro Nacional).

Segundo Maria Laura Cavalcante (2002):

“É preciso compreender o folclore e a cultura popular não como fatos prontos, que existem na realidade do mundo, mas como um campo de conhecimentos e uma tradição de estudos. Isso quer dizer que essas noções não estão dadas na natureza das coisas. Elas são construídas históricamente, dentro de um processo civilizatório, de acordo com diferentes paradigmas conceituais e, portanto, seu significado varia ao longo do tempo.”

Depois disso, o “Folclore” passou a cair nas redes das Ciências Sociais, com o passar dos acontecimentos no mundo. O conceito de “povo” passou a ser uma categoria não da Antropologia e sim da Política (Sociedade Civil). Cultura Popular e Processo de Dominação passaram a ser discutidos quanto as dinâmicas do “Folclore”, caindo nas graças dos antropólogos.

Observando por dentro do “Folclore”, atualmente, ocorre um “hibridismo”. Isso anula as divisões entre o culto, o popular e a cultura de massas. Enfim, tudo junto e misturado!

Tá Difícil de Ler?

Eu sei que isso é meio estranho, escrever um texto sobre dificuldade de ler, mas é isso que vou fazer agora.

Essa questão me surgiu outro dia… Assim, como uma sugestão, e eu aceitei.

Dificuldade de ler algo pode advir de vários fatores: deficiências visuais, dificuldades de concentração, uso de entorpecentes, doenças neuropsiquiátricas ou que afetem a  acuidade visual, déficits cognitivos, preguiça, falta de hábito, falta de livro, falta de interesse, analfabetismo.

Bom, alguns desses tópico podemos ilustrar bem aqui, como um que tenho e que me atrapalha muito para ler. A Ansiedade, se inclui nas doenças neuropsiquiátricas. Quantas pessoas que você conhece e não sofrem desse mal???? Sim! Porque é horrível.

Recorri a um livro chamado “Tratado de Semiologia Médica”, de Mark H. Swartz, da Editora Elsevier, para esclarecer alguns pequenos pontos sobre Ansiedade.

Nesse livro,  Ansiedade é definida como um mal-estar no qual o indivíduo tem uma sensação de perigo iminente, tratando-se da resposta fundamental para o estresse de qualquer tipo. Ele diferencia Ansiedade de Medo. Embora o ansioso sinta medo, são coisas diferentes.

O medo tende a ser “específico e é disparado por um evento ou objeto específicos”. Em oposição a isso, “a Ansiedade tende a ser mais difusa, frequentemente ocorrendo sem um motivo aparente, específico”. Em tempo, “o medo é mais agudo e tende a aparecer rapidamente, enquanto a ansiedade se desenvolve mais lentamente e demora mais a se resolver”.

O desamparo de algumas situações da vida, pode levar a uma pessoa a desenvolver a Ansiedade, principalmente, quando se encontram, por exemplo, numa mesa de cirurgia, prestes a sofrer um procedimento de risco. Porque essas situações mobilizam todo grupo familiar e social daquela pessoa e toda a vida afetiva daquela pessoa. Todo o lado emocional, psicológico e filosófico, ficam abalados, por,em situações como essa apresentada, a pessoa se ver entre vida e morte.

Mas o assunto era dificuldade de leitura. Se você tem Ansiedade, um de seus sintomas são: inquietação (que leva a dificuldade de ler); problemas gastrointestinais; cefaléias; dificuldade de adormecer (aí, se você não tiver inquietação, você até lê); pesadelos; frequência urinária; palpitações (no coração); fadiga (cansaço); dores pelo corpo; parestesias (“formigamento”); suores; tremores; náusea; sensação de asfixia; calafrios; ondas de calor; tonturas.

Bem, existem vários tipos de Ansiedade. Por enquanto, ficamos por aqui. Espero que tenha ajudado em alguma coisa. Boa quinta-feira!

Celebridades

Não me considero uma pessoa exatamente “famosa” (mas não é sobre isso que quero “assuntar” aqui, hoje). Quero tocar no assunto “fama”, porque Literatura, Teatro, Música, Cinema e tudo isso que é chamado de Arte, está ligado, de alguma forma a “fama”.

É engraçado como tem gente que vê outra pessoa muito arrrumada, ou sei lá, mais alinhada, menos “chambá”, menos “dia-a-dia”, e já pensa: “Nossa! De onde ela saiu? Da TV Globo?”. Não é assim? Artista=Fama=TV Globo=Bem Vestida. Mais ou menos isso. Sim, isso inclui silicone e luzes no cabelo.

Só que, na real, não é bem assim. Pessoas que tem “fama”, nem sempre andam assim “arrumadas” e, pessoas bem sucedidas não são, necessariamente, “famosas”. Boa aparência, “fama”, TV Globo, não andam, obrigatóriamente, juntas. Pessoas podem trabalhar com YouTube, e serem famosas (vide Felipe Neto). Se você não conhece Felipe Neto, Alice Salazar, Gabriela Pugliesi, Kefera e Gusta Stockler, tá por fora. Tá certo que eles já trabalharam para a TV. Mas devem seu começo ao YouTube. Sem contar com atores que começam no teatro, lavando prato e copos…. Ralando. Demoram anos para ser reconhecidos pelo público.

Sem contar com os famosos BBBs da vida. Os realitys shows transformaram a vida de muita gente. E, com a internet, a vida de cada um de nós, pode se tornar um reality. Basta você ficar filmando cada passo que você dá. É sério. E a disputa é por likes, views e comentários. E mais, quem manda a melhor “indireta” (turn down for what).

Enfim, atualmente, não temos mais 15 minutos de “fama”, temos um mês, um ano, cada habitante do planeta. Essa é minha conclusão. E você pode sim, fazer parte de algum setor da TV Globo. Seja lá qual for.

Conteúdo

É mesmo difícil mesmo ter conteúdo para publicar, seja em blog, vlog e sei lá mais o quê, pelo menos quatro vezes por semana… Sério! Porque hoje estou sem ideia. E já estava sem ideia há alguns dias, pensando o que publicar hoje.

Eu sei. Muitos vão dizer que é porque tenho quatro anos da minha vida voltados para a área da saúde. Mas, meu bem, o que eu fiz com os outros anos da minha vida????

Então decidi introduzir você, meu leitor, minha leitora, num livro que comecei ler há poucos dias. Ele serve pra qualquer um que esteja interessado na história do neocolonialismo da África, na história da Igreja Católica e na história de um homem que lutou para vencer obstáculos e ser o que ele acreditava e o que muitos achavam impossível.

Estou me referindo ao livro “Deus ou Nada – Entrevista sobre a Fé”,  um livro que se trata de uma entrevista entre Nicolas Diat e o Cardeal Robert Sarah.

Estou ainda no início do livro e, o que posso dizer é que é impressionante a história do Cardeal. Como ele se tornou Cardeal. A própria família de Sarah, não acreditava que ele pudesse entrar para um seminário por ele ser negro…

Daí você começa a pensar nos detalhes da história da África, que se entrelaça com Política e Igreja.

E eu só estou no começo…

Volto a abordar o assunto em breve. Aguarde.